quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

De Pó e de Poesia XLIX

 
Sempre as Flores

Flores fora de um verso
Sobre os sabores
Daquele amor de músicas e cores
Que a lembrança jamais deixara partir
Crescem, amadurecem
Mas logo esquecem
Porque poemas também padecem
Se não tem flores
Ou não falam de ti

Quero que chova flores
Que sobre amores
Que findem dores
Que versem cores
E pra onde fores
Leve-me, enfim.
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3 comentários:

  1. O inspirado Pepe Donato!
    Linda poesia! Parabéns!!

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  2. Bonitinho essas meninas rasgando seda por mim. Só porque sou fuefo!

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  3. Caráuiolus! Perdão pelo "têm" sem o acento.

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